Domingo, 30 de Novembro de 2008

Jota Quest

 

Jota Quest?  Aqui no litoral? Do seu lado?? É isso mesmo!  A Tri Fm vai levar 4 ouvintes com acompanhante para assistir de camarote ao mega show do Jota Quest, dia 5 de dezembro na Fantastic Choperia!!! Para concorrer é muito fácil, faça sua inscrição pelo 3219-1055 e no dia 04 de dezembro, quando a Tri ligar pra sua casa, diga: “Eu quero ver Jota Quest de camarote na fantastic!...”  Só podia ser mais uma da Tri!

 

Fonte: Tri MF

publicado por Ana às 23:09

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'O Grilo Feliz e os Insetos Gigantes'

Alguém duvida do sucesso das animações em tecnologia 3D? Filmes como 'Shrek', 'Ratatouille' e 'Kung Fu Panda' são apenas alguns nomes que conquistaram admiradores com seus personagens expressivos.

Seguindo a tendência de gigantes como Dreamworks e Disney/Pixar, uma equipe liderada pelo publicitário Walbercy Ribas resolveu "ir em frente" e produzir uma animação semelhante no Brasil. O resultado é 'Um Grilo Feliz e os Insetos Gigantes', filme feito na produtora Start Desenhos Animados, em São Paulo, que chega em 9 de janeiro aos cinemas.

 

(...)

 

A trilha sonora também faz parte do processo. No filme do Grilo, fazem parte algumas músicas famosas, como "A Festa", de Ivete Sangalo, cantada com algumas alterações na letra, e "Amor Maior", do Jota Quest.

 

Fonte: Portal Recreio

publicado por Ana às 22:48

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Desabafo

Rogério Flausino diz que sente muita saudade da família

 

Rogério Flausino diz que sente muita saudade da família

 

Em turnê com o show La Plata, novo álbum do Jota Quest, e recebendo excelentes críticas, Rogério Flausino não teria do que reclamar, se não fosse a saudade que sente da família.

 “Recebemos críticas ótimas e fico muito feliz, mas agora sou pai e sinto ainda mais saudade da família. É uma saudade doida, uma energia que te faz falta. Será que ela está sentindo falta de mim também? É uma coisa louca”, conta o vocalista da banda, que é casado com Ludmila Carvalho e pai da pequena Nina, de um ano.

Neste Réveillon, a banda vai cair na estrada e tocar em Porto Seguro (BA). Aí, a saudade da herdeira só vai aumentar.

“Ainda estamos decidindo com quem a Nina vai ficar, mas provavelmente será com os avós. Geralmente nossas famílias se unem e ela deve ficar com eles, e tenho certeza que vão amar. Estão achando o máximo a idéia”, conta o papai.

Para a concepção de La Plata, o grupo teve cerca oito meses de preparação e, dessa vez com um hiato maior: foram três anos de intervalo entre um álbum e outro.

 

 

Fonte: O Fuxico

 

publicado por Ana às 22:38

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Sábado, 29 de Novembro de 2008

Fotos Rio de Janeiro (28/11)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Rio Festa

publicado por Ana às 23:33

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Novos tempos para Jota Quest

 - Foto: Marcos Rosa - 0

Rogério Flausino, o vocal do Jota Quest

 

Há três anos sem lançar um novo CD, os mineiros do Jota Quest nunca foram tão aguardados. Eles encerraram a turnê do Até Onde Vai em dezembro de 2007 e, depois disso, e de alguns dias de descanso, imergiram no Minério de Ferro - estúdio próprio da banda -, para apresentar o La Plata, um álbum diferente de tudo o que os fãs já ouviram. Embarque no bate-papo exclusivo que eles tiveram com a Contigo!.

 

 - Foto: Marcos Rosa - 1

Paulinho Fonseca


Com o sotaque apertadinho, como manda o típico mineirinho, toda a banda, sem exceção, esbanja bom humor, apesar da intensa maratona de shows e eventos do lançamento de La Plata. Os meninos, ops - com 15 anos na estrada, eles cresceram -, os jovens do Jota Quest, Rogério Flausino (vocal), Marco Túlio (guitarra), PJ (baixo), Paulinho Fonseca (bateria) e Márcio Buzelin (teclado) contam os desafios de lançar um álbum feito para fãs de todas as idades, falam sobre a evolução (ou amadurecimento?!) da banda, revelam os segredos do processo de criação do novo álbum e o clima de amizade que rola entre eles. Ah, agora eles têm o próprio estúdio e fica em Belo Horizonte.

 

 - Foto: Marcos Rosa - 3

PJ


Rogério Flausino, que em 2007 ganhou o Prêmio Multishow de melhor cantor, tem a música no sangue. O único integrante nascido em Alfenas - os outros são de Belo Horizonte - tem irmãos do mundo da música, Wilson Sideral e Flávio Landau. Além de vocalista da banda, Rogério também compõe. ''Neste trabalho rolou um mergulho muito legal. Eu sempre escrevi e dessa vez dei uma mergulhada legal nas letras. Eu ficava em casa, viajando, lendo, pegando referências e fiquei muito satisfeito com o resultado. A inspiração vem de várias maneiras. Às vezes, é uma brincadeiras com as palavras... Eu não sou de pautar o tema.. Vou escrevendo frases e desenvolvo em cima disso ou daquilo. Na verdade, não tem regra alguma. Primeiro faço a letra, depois a gente coloca na música. Mas às vezes eles têm a música, e aí falam 'vamos colocar uma letra?''', contou. Para Rogério, colocar letra em música é um processo bem mais complicado: ''É muito mais fácil fazer música boa e colocar uma letra, do que botar a letra numa música boa''. 
 

 - Foto: Marcos Rosa - 2

Marco Túlio e Márcio Buzelin


No início vocês faziam shows de abertura, não é? Lembram-se?!?
Rogério Flausino:
Aquele show no antigo Olímpia (SP), de abertura do show do Skank, foi o começo de tudo. Foi no dia 3 de outubro de 1996. Aquele foi o trampolim, porque o Skank estava muito bem naquela época, era o estouro deles. As pessoas estavam lá para ver o Skank e aí viram nós de lambuja. Hoje em dia, quase sempre tem alguém abrindo nossos shows. A gente faz isso porque nos beneficiamos muito disso.

Marco Túlio: Essa foi uma maneira de aproveitarmos os poucos minutos de uma banda que estava estourando.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 4

Rogério Flausino


Qual foi a principal evolução do Jota Quest nesses 12 anos?
Rogério:
A principal evolução além dos quilogramas que ganhamos (risos)?

Túlio: Existem as evoluções normais, porque são 12 anos de carreira. Mas algumas pessoas vêem também como mudanças, é muito pessoal. Com 12 anos mudamos de qualquer maneira.

Rogério: A gente trabalha muito, faz muito show. Esse é o sexto álbum, temos três DVDs, com isso aprendemos muita coisa e evoluímos tecnicamente. As nossas letras evoluíram, o som da banda evolui, nós aprendemos a gravar melhor em estúdio, aprendemos a tirar melhor o som. Mas acho que a conquista maior é ter chegado até aqui junto e animado. A grande conquista é chegar aqui unido, com amizade firme e intacta, e com o mesmo propósito, a mesma pegada, isso é bacana. Além disso, pessoalmente, tantas coisas aconteceram em nossas vidas. São 15 anos juntos. Imagina... Éramos moleques quando nos conhecemos e agora somos pai de família, muda muita coisa.

Paulinho Fonseca: Tem uma mudança forte, sim: quando começamos a banda, todo mundo estava solteiro e agora todos estamos casados, só resta um solteiro, é o Márcio, e a gente não deixa ele se casar de jeito nenhum (riso geral).

Túlio: Esse não vai casar de jeito nenhum... Nunca!

Rogério: Pelo menos um tem que se manter seguro... Ele é o fiozinho pendurado que se mantém, ele é nosso, ele é nosso, e não vai casar... Ele até já é pai, mas casado, jamais.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 5

Marco Túlio e Márcio Buzelin, o único solteirão da banda


Não rola discórdia? É sempre tudo lindo?
Rogério:
Além de sermos amigos, ficamos o tempo inteiro juntos. Imagine que a relação é igual a de irmãos. O pau quebra. Estamos juntos nos ensaios, no café da manhã, no almoço, no jantar, no camarim antes e depois do show, no palco, no hotel, é o tempo inteiro, então chega uma hora que a gente briga mesmo, mas depois de 15 minutos está tudo em paz. Para decisões importantes também há discussões, mas no final tudo fica bem.

Túlio: A gente briga como qualquer banda no mundo. Discordamos e divergimos, e isso é porque convivemos muito juntos. Mas nesse aspecto, de trazer a banda até aqui, tem um mérito muito grande, porque fomos mais inteligentes que essa vaidade e que o ego que cada um tem. Sobrevivemos a isso porque o nosso negócio é a banda, que é algo bem maior.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 6

Jota Quest


Quando estão separados rola saudade?
Rogério:
Não dá tempo. Temos tão pouco tempo de folga. Até o Até Onde Vai, que é o nosso penúltimo disco, nunca tínhamos tido férias de verdade. Aí conseguimos um mês de férias (entre o Ao Vivo e o Até Onde Vai), e depois dois meses do penúltimo para o último CD, entre 15 anos de trabalho.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 7

Jota Quest


E por que vocês ficaram tanto tempo sem gravar um novo CD?
Rogério:
Foram três anos sem gravar, mas o nosso processo natural é gravar a cada dois anos. Então resolvemos construir um estúdio. Mas como obra é obra, estendemos a turnê do ano passado por mais seis meses para dar tempo de gravar no estúdio novo. Somando tudo deu os três anos de um álbum para o outro. O nome do nosso estúdio é Minério de Ferro, fica em Belo Horizonte e é bem bacana. 
 

 - Foto: Marcos Rosa - 8

Jota Quest


Minério de Ferro?
Nem toda banda tem seu próprio estúdio, aliás, dentre alguns dos grupos nacionais mais conhecidos, como Paralamas do Sucesso, Titãs, Capital Inicial, nenhum tem casa própria. Além de Skank, que tem o Estúdio Máquina, em Belo Horizonte, e Charlie Brown Jr., o estúdio ainda serve como pista de skate mas em breve será equipado e usado para gravar os CDs da banda, Jota Quest agora também tem um cantinho para ensaiar e gravar suas músicas. ''O nosso Minério de Ferro tem cerca de 200 metros quadrados. Ao longo de 12 anos de carreira, a banda foi percebendo a necessidade de ter o próprio estúdio. É um desejo que agora conseguimos realizar. É bom poder gravar do início ao fim os nossos discos no mesmo lugar'', observou Rogério. 
 

 - Foto: Marcos Rosa - 9

Paulinho


E a pegada musical da banda, continua a mesma?
Rogério:
Mais do que nunca, e mais do que nunca, o Jota é um caldeirão de idéias e de influências, que começou lá trás, com a black music, quando ainda usávamos as perucas black power. Nessa época, estávamos mergulhados no soul, funk e black. Depois veio o rock. Antes da banda, todos nós tocávamos rock, por isso temos referência de rock nacional e internacional de todos os tempos. Nesse CD a fusão de ritmos brasileiros está bem representada nas canções Paralelepípedo e Ladeira.

Túlio: O maior barato do Jota é a mistura, é trazer as diferenças e polir de uma maneira que fique com a nossa cara. Porque nós somos uma banda só e não podemos ter a cara de muitas.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 10

PJ


A participação de cantores internacionais em discos brasileiros vem se tornando constante? Enriquece o CD?
Rogério:
É interessante você poder flertar, sair do seu mundo e pegar outras referências, isso faz bem, mas para cada artista acontece de um jeito. No nosso caso, a participação especial não foi obrigatória. Não tem isso, não. O que acontece é que quando se está num processo de composição, muitos amigos passam pelo estúdio e acabam participando do trabalho. No caso do Ashley Slater (da banda Freak Power), que cantou Hot to Go e So Special, nós achamos um cara legal, referência real da banda. Fizemos um convite e ele aceitou. Ele é um cara low profile, mas que trouxe dados artísticos positivos para nós. Ele superou a nossa expectativa. Virou nosso brother! Já o lance do Ben Harper com a Vanessa da Mata foi sensacional. O Ben Harper é um cara fera, então foi muito bom para ela, para ele e para nós, enquanto público.
 

 - Foto: Marcos Rosa - 11

Márcio


Por que La Plata?
Túlio:
Decidimos que La Plata seria o single pelo próprio simbolismo, 'la plata', que é uma gíria, que significa grana e não dinheiro. Não estamos falando de crise financeira. O formato da música, meio irreverente, meio rap e meio punk se destacou das outras, ficou legal pra caramba. 
 

 - Foto: Marcos Rosa - 12

Túlio


A superexposição faz mal? Incomoda?
Rogério:
Nós somos tranqüilos demais... Estamos aí para isso mesmo. Já passamos por momentos de superexposição, que são naturais quando se faz muito sucesso, você acaba se expondo mesmo sem querer. Mas tentamos nos controlar. Como o nosso negócio é uma banda de rock, é música, não mostramos outros lados. Só tem um lado, que é esse aqui.

Túlio: Não adianta a gente ficar se iludindo e criar factóides para sobreviver. Vemos muitos artistas por aí, e não estou fazendo uma crítica pessoal, mas não é a nossa vocação viver de criações. É lógico que flagrantes são inerentes à vida de uma banda que faz sucesso. Mas alimentar isso ao extremo? Isso não significa levar a nossa música adiante. Por isso, temos um limite. A gente interpreta bem o que está acontecendo para não virar sensacionalismo. O que for extra do CD e dos palcos, não trabalhamos. 
 

 - Foto: Marcos Rosa - 13

Rogério Flausino


Após 12 anos, vocês sentem que o público do Jota está envelhecendo também?
Márcio:
Outro dia, o Rogério fez uma pergunta curiosa num show que fizemos em Campinas. Foi a primeira vez que ele fez isso. Ele perguntou: "Quem aqui já viu um show do Jota Quest?" Setenta por cento das pessoas responderam que não. Quer dizer, era uma galera nova. Então atravessar gerações é um sinal de vitória. A gente faz um som abrangente. Hoje em dia, as coisas não estão mais tão rotuladas, as pessoas estão mais livres para gostar disso ou daquilo, independente da idade. 


Então o Jota Quest não é uma banda somente para teens?
Márcio:
É para quem quiser.

Túlio: Fazemos o som que a gente gosta. Isso, num certo momento, agradou aos nossos contemporâneos, há dez anos. Hoje em dia, a maior parte dessas pessoas já está casada, tem filhos e não tem disposição de ir para frente do palco e ficar de pé esperando o show começar. Em contrapartida, nós temos um universo imenso que está ali freqüentando, e é uma galera nova, bem bacana.

PJ: E tem uma turma que no início do show sai correndo e cola na grade, isso é muito bom, renova a gente.

Rogério: No dia do show em Campinas, eu não esperava aquela resposta. Aí eu falei: 'É a primeira vez de vocês aqui? Então vamos quebrar tudo! (risos)'. Foi muito bom. Foi o nosso último show antes do La Plata. Nesse dia, saímos do show em dia com o nosso tempo, zerados. Vamos começar tudo de novo e vai dar tudo certo.

Rapidinha da banda
Um homem:
Oscar Niemeyer
Uma mulher: Alessandra Ambrósio
Um lugar: Belo Horizonte
Um ídolo: Tim Maia
Uma comida: A mineira, é claro
Um sentimento: Amor
Um sonho: Pagar o nosso estúdio (risos)
É extremamente fácil: Fazer show
Teoria barata: De teoria, já basta a de Einstein, de teorema, já basta o de Pitágoras, de lei, já basta a de Newton
Uma palavra de um futuro bom: Fé, paz, educação, honestidade
Além do horizonte existe?: Ninguém voltou ainda para me contar
As maiores dores do mundo: O preconceito e a intolerância religiosa. As pessoas se matando por um Deus
Um amor maior: Família
O Jota Quest é: Um caos que deu certo

 

Fonte: Contigo

 

publicado por Ana às 22:50

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Virada de ano em Porto Seguro terá super festa

O Reveillon na praia de Porto Seguro, na Bahia, terá uma mega festa. O Axemoi, que vai acontecer na Arena Axemoi (Praia de Taperapuan), terá uma superestrutura para abrigar três dias de muito agito. No dia 31 de dezembro haverá uma especial queima de fogos e contará com show de Jota Quest + Djs. Os foliões terão à disposição buffet de frios e open bar com vodka, cerveja, água e refrigerantes.

No dia 01 de janeiro a responsa pelos shows é de Tomate + Djs. E no último dia as apresentações ficam a cargo de Jammil + Djs. Nestes dois dias o público poderá aproveitar buffet de caldos e o open bar com as mesmas bebidas da noite de Reveillon. Os foliões poderão escolher entre participar do evento no camarote Vip ou na pista. Serão vendidos passaportes válidos para todos os três dias do evento, o que dá acesso ao camarote com trânsito livre em todos os espaços, inclusive à pista, e o outro que dá acesso somente à pista. Serão entregues três abadas para cada passaporte, um para cada dia do evento.

Mais informações: reveillon2009@reveillon-axemoi.com.br / (73) 3288-8919

 

Fonte: Sortimentos

publicado por Ana às 22:13

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Festival de Verão divulga primeiras atrações do palco principal

Foi divulgada nesta sexta-feira (28) as primeiras atrações do palco principal da 11ª edição do Festival de Verão Salvador. Foram confirmados os shows de: Ivete Sangalo (que se apresentou em todas as edições anteriores do evento), Asa de Águia, O Rappa, Chiclete com Banana, Capital Inicial, Jota Quest, Psirico e Victor e Léo.

O evento acontece entre os dias 28 a 31 de janeiro no Parque de Exposições. A estrutura do palco principal em 2009 conseguirá atender 50 mil pessoas por dia. Nos quatro dias de shows, haverá a apresentação de uma atração internacional e outras 20 atrações dos mais variados ritmos musicais.

Nesta quinta-feira (27) já tinham sido divulgados os nomes de algumas atrações que irão participar do Boteco do Samba, um dos novos espaços criados para o evento. Dudu Nobre, Arlindo Cruz, Revelação e Fundo de Quintal são os primeiros convidados confirmados.

Fonte: Correio

Além do Palco Principal, Boteco do Samba, o evento também terá o Mercado Mundo Mix (que já havia feito parte da primeira edição do evento) e Arena Festival, que terá entrevistas e debates com artistas. Até o dia 15 de dezembro a organização do Festival de Verão irá revelar todas as atrações do evento.

publicado por Ana às 22:05

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Ecos do Trend

Sonho (...) De Marco Túlio Lara: "Uma turnê de ’La Plata’", recente CD de sua banda, o Jota Quest.

 

Fonte: Jornal Pampulha

publicado por Ana às 21:58

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Quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Jota Quest fala de 'La plata', seu novo disco, no 'Encontros O Globo'

Jota Quest no 'Encontros O Globo'

 

O Jota Quest foi a atração do projeto "Encontros O GLOBO - Especial Música", realizado no auditório do jornal na noite desta quarta-feira, para falar da história do grupo e de seu novo disco, "La plata", cujo show de lançamento no Rio acontece nesta sexta-feira, dia 28 de novembro, às 22h, na Fundição Progresso. Descontraídos, o integrantes da banda levaram como convidado especial Ashley Slater, trombonista e ex-integrante da banda Freak Power, que participou do álbum.
Rogério Flausino (vocal), Marcio Buzelin (teclados e programações), Marco Tulio Lara (guitarra), Paulinho Fonseca (bateria) e PJ (baixo) foram entrevistados pelo produtor de seu novo CD, Liminha, e pelo jornalista Bernardo Araujo (editor-assistente do Segundo Caderno), com mediação do crítico musical Antônio Carlos Miguel. Eles ainda responderam a perguntas feitas pelos fãs na platéia e enviadas pelos leitores na internet, através do site do GLOBO.

No encontro, o grupo falou de suas influências - que vão de Tim Maia a Roberto Carlos - e do processo de criação de suas músicas, além de cantar sucessos antigos, como "As dores do mundo", e canções do novo disco, como "La plata" e "Hot to go", com participação especial de Slater.


Assista aos vídeos:


Jota Quest fala do processo de criação de 'La plata' e canta a música-título


Jota Quest fala do trabalho em parceria com Ashley Slater e canta 'Hot to go'


Jota Quest fala de suas influências e canta "As dores do mundo"

 

Fonte: O Globo

publicado por Ana às 22:40

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Jota Quest faz show no Rio nesta sexta para lançar novo álbum

O quinteto mineiro Jota Quest faz show no Rio nesta sexta-feira, dia 28, para promover o lançamento de seu novo álbum de estúdio. Batizado de La plata, o registro chegou às lojas no final do mês de outubro. O grupo, que traz em sua formação Rogério Flausino no vocal, Marcio Buzelin no teclados e programações, Marco Tulio Lara na guitarra, além do baterista Paulinho Fonseca e do baixista PJ, surgiu em meados da década de 90 com sucessos como Fácil e As dores do mundo (versão do grupo para música do compositor Hyldon) e já contabiliza 13 anos de carreira.

 

O grupo começou sob a alcunha de J. Quest, com a letra J pronunciada em inglês ("jay"), em homenagem ao desenho americano Johnny Quest. Só que por conta de problemas de direitos autorais com os estúdios Hanna Barbera (criador do desenho), o grupo passou a assinar a letra inicial de seu nome por extenso.

 


O quinteto reunido

 

No repertório do novo show, além das músicas do novo álbum de estúdio (como a faixa-título La Plata, Ladeira, escrita em parceria com Nelson Motta, Tudo me Faz Lembrar Você e Laptop) sucessos antigos como Dias melhores, Além do horizonte, O sol, Encontrar alguém, Na moral e Só hoje não vão ficar de fora. Os próprios integrantes do Jota Quest que assinam a direção do show, que conta com um cenário que traz um telão de alta definição, que ocupa todo o fundo do palco, onde serão exibidas imagens desenvolvidas pelo designer Muti Randolph especialmente para os shows do grupo. Sobre se apresentar no Rio, o tecladista Marcio Buzelin guarda boas lembranças e esbanja animação.

- Tocar no Rio de Janeiro tem sempre um peso a mais do que a maioria das capitais, principalmente na Fundição Progresso. Tanto pelo histórico cultural que envolve a cidade como pela energia da platéia carioca. Já fizemos dois shows na Fundição que superou, e muito, a nossa expectativa.

O músico canadense Ashley Slater, criador da banda inglesa Freak Power ao lado de Norman Cook (mais conhecido no Brasil por Fatboy Slim), faz participação especial cantando nas músicas que gravou em estúdio com o grupo, Hot to go e So special, que integram o novo álbum. Além de cantor, Slater é conhecido por seu trabalho como trombonista, e tocou o instrumento na faixa Paralelepípedo (que também está no álbum La Plata).

 


Rogério Flausino e Ashley Slater se apresentando em São Paulo

 

Bootlegs oficiais no site do grupo

O grupo está cada vez mais presente na internet. Colocou no ar vários vídeos com making of das gravações de La plata enquanto o álbum ainda estava sendo feito, lançou o disco no site MySpace, com todas as músicas em streaming (para ouvir, sem a possibilidade de download) e agora criou a seção Official bootlegs no site oficial do grupo, o www.jotaquest.com.br. Nessa área virtual, os fãs poderão ouvir os registros dos shows logo depois que eles acontecem. O som é gravado em L/R (left/right), ou seja, captado em apenas dois canais, sem mixagens e edições.

 

Serviço

Jota Quest - show de lançamento do álbum La plata

Fundição Progresso (Rua dos Arcos, 24, Lapa)

28 de novembro de 2008 - 22h (abertura da casa) / 0h (início do show)

Classificação 18 anos

 

Ingresso

R$ 40,00* (na hora)

*Estudantes, idosos e quem trouxer 1kg de alimento ou flyer

 

Fonte: JB Online

publicado por Ana às 22:19

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Jota Quest se prepara para shows no Rio

A turma do Jota Quest se cansou de ler palavras como "radiofônico" e "comercial", comuns em resenhas sobre seus discos. Amados por um público enorme, os mineiros estão atrás de alguma profundidade musical - sem dar as costas aos fãs. Para eles, o recém-lançado disco "La plata" é um passo nessa direção.

Na sexta, a banda faz na Fundição Progresso (entrada inteira a R$ 60) o primeiro show no Rio com o álbum novo, que traz um Jota Quest atrás de conteúdo. A começar pela faixa que dá nome ao CD. "La plata" fala sobre o mau conceito que se tem do valor do dinheiro. Não tem sacadas brilhantes, mas é uma crítica social.
- Já tivemos algumas canções críticas, mas não tanto quanto essa. E elas ficaram meio esquecidas, nos "lados B" dos discos - diz o vocalista Rogério Flausino, que jura não ter tido uma premonição sobre a atual crise econômica ao escrever a canção, no início do ano. - Nada! Nem pensei nisso. E só a escolhemos para dar nome ao CD porque tem a nossa cara.

O Jota continua submerso na música soul brasileira. Só que este oitavo disco tem beats eletrônicos inspirados no indie rock de Klaxons e MGMT, bandas "mudernas" que os mineiros agora escutam avidamente:
- A gente ouve tudo de música pop, e esse cenário vem mudando. No disco, trazemos nossas influências, de eletrônico, rock, funk e soul.

A busca por um produtor para o disco também deu pistas de uma banda tentando alcançar um status mais "cabeça". Os primeiros nomes na lista eram Kassin, conhecido pelo trabalho com os Los Hermanos, e Mário Caldato Jr. (Beastie Boys e Nação Zumbi). Mas, como não foi possível conciliar as agendas, a banda chamou Liminha. O produtor já havia trabalhado com eles e deu conta do recado.
O Jota Quest, agora, também quer evitar uma superexposição nociva. Músicas como "Fácil" e "Sempre assim", do disco "De volta ao planeta" (1998), tornaram-se megahits, tocados excessivamente. A imagem da banda aparecia em toda parte, e isso criou uma atmosfera ruim.
- Estamos mais experientes e vamos lidar melhor com isso. No lançamento do disco, vamos aparecer bastante. Mas depois a idéia é sumir, para não desgastar - promete Flausino.

 

Fonte: O Globo

publicado por Ana às 22:06

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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

Entrevista com Jota Quest

O Jota Quest está de volta com o show de lançamento do álbum ´La Plata` que acontece no dia 28 de novembro, na Fundição Progresso. Este é o sexto CD de estúdio da banda que foi gravado e mixado no ´Minério de Ferro`, novo estúdio do grupo, em Belo Horizonte. Neste trabalho os mineirinhos contaram com as participações especiais de Nelson Motta, Click Box e Ashley Slater, este último já está escalado para o show que acontece na Lapa. O RioFesta conversou, por telefone, com o baterista Paulinho Fonseca sobre este novo álbum. Confira: 

 

RioFesta: Depois de tantos anos de estrada como a banda encarou o processo de produção do novo álbum 'La Plata`? No que ele difere dos álbuns anteriores? 

Paulinho Fonseca: Esse álbum vem depois de 3 anos sem produzirmos. Essa demora aconteceu em função do DVD ´Até onde vai´, nossa última turnê, e porque esperamos terminar a construção do nosso estúdio ´Minério de Ferro` que criamos em Belo Horizonte. Esse estúdio foi ótimo para nós, criamos tudo no nosso tempo, foi todo feito em casa. Levamos seis meses para concluir o trabalho.

 

RioFesta: O público já se acostumou com os shows temáticos do Jota Quest, desde os imensos ´Black Powers` do início, passando pelo Planeta dos Macacos até os cabelos multicoloridos de oxigênio. O que podemos esperar da turnê do ´La Plata`?
Paulinho Fonseca: A banda em si, visualmente, não vai usar nada especial. Já o conceito desse novo show é todo criado por Muti Randolph que apresentará um projeto de iluminação e projeções totalmente inéditos no país. Só vamos ver o que ele criou no dia da estréia da turnê, mas, nem estamos preocupados, pois ele é fera. Exploramos algo mais ´clean`, fizemos uma reformulada geral em relação à turnê anterior, diminuímos muita coisa. 
 

RioFesta: A cultura da música eletrônica a cada dia que passa ganha mais força, mais adeptos, e hoje já é uma realidade com inúmeras festas e festivais espalhados pelo mundo inteiro. O que vocês acham dessa vertente? O que a música eletrônica influencia no som de vocês?
Paulinho Fonseca: Como todo brasileiro somos baladeiros, sempre queremos curtir alguma festa depois dos shows que fazemos. O Rogério já se apresentou como DJ, o PJ também é um ótimo DJ, mas, o som que ele leva é mais voltado pra música black. Com isso, acabamos nos aventurando, experimentando. Tudo isso é refletido no nosso trabalho. Nós convidamos a dupla paulistana Click Box, responsável por programações eletrônicas de algumas faixas e co-autoria em ´So Special`. É inevitável essa experimentação, até o próprio samba já se rendeu às batidas eletrônicas. 
 

RioFesta: Neste álbum vocês contam com algumas participações especiais, entre elas a do Nelson Motta. Como foi essa experiência, a música é uma composição do próprio Nelson ou em conjunto com a banda?
Paulinho Fonseca: Ele já estava há um tempo namorando o Jota Quest e nós a ele. Um dia, calhou dele estar em BH e então convidamos ele pra tomar um café e comer um pão-de-queijo. Ele acabou passando a tarde com a gente. Ele fez três músicas. Uma delas é a faixa ´Ladeira`. Quando ouvimos achamos perfeita. Ela tem tudo a ver com o contexto do álbum que fala do sacrifício que o povo brasileiro passa, lutando para conseguir o dinheiro para seu sustento e tal. ´Subindo e descendo as ladeiras da vida`. Outra pessoa que tem uma participação importante neste álbum é o Ashley Slater. O PJ enviou um email pra ele e, logo depois ele respondeu perguntando quando poderia vir para gravar com a gente. Ele veio para cá ficou amarradão e gravamos 4 músicas com ele, sendo que dessas, três já estão neste álbum, uma é a bonus-track ´So Special - Ashley Slater Special Mix`, ´Hot to Go` e ´Paralelepípedo`. A quarta música nós guardamos para usar em um trabalho futuro. Ashley é um dos criadores da banda inglesa ´Freak Power`, que já teve como um de seus integrantes Norman Cook, o Fatboy Slim. 


RioFesta: Vão rolar participações especiais para o show na Fundição Progresso?
Paulinho Fonseca: Asheley Slater participa do show do Rio. Temos que tomar cuidado, porque ele é um baladeiro, vai querer curtir todas as festas do Rio. 


RioFesta: O mercado fonográfico está passando por uma intensa fase de transição, devido a fatores como a pirataria e uma veloz evolução tecnológica, que prejudica a venda de CDs, e abre outras portas. Como sobreviver no mercado em meio a  tantas adversidades?
Paulinho Fonseca: Temos que correr atrás dessas mídias. Ficamos frustrados quando vimos o CD pronto e pensamos que nem vai vender tanto. Hoje em dia o sucesso não é mais contabilizado pela quantidade de CDs vendidos. A internet por outro lado já te dá um ´feedback` na hora. Já tem fãs montando o setlist do nosso show, escolhendo quais músicas devem ser as primeiras e por aí vai. Estamos entrando nessa realidade, correndo atrás. Vamos descobrindo novos caminhos. Com isso conseguimos uma certa independência da gravadora, ela também tem que correr atrás para não perder o artista. É engraçado, pois, nós que já estamos na estrada há um tempo, com essa evolução da internet, percebemos às vezes que artistas independentes, que estão começando agora, já estão fazendo sucesso só com seu material sendo divulgado pela internet.

 

Fonte: Rio Festa

publicado por Ana às 23:53

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Jota Quest no Rio de Janeiro

 

28 de Novembro - 22h

Fundição Progresso

Rio de Janeiro/RJ

publicado por Ana às 23:50

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Promoção

 

Que tal concorrer a 3 pares de convites para essa sexta? Então responda "Por que você quer curtir o show do Jota Quest dia 28 de novembro na Fundição Progresso"? As 3 respostas mais criativas ganham convites!

 

Clica aqui!

 

Fonte: Super Carioca

publicado por Ana às 23:42

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Foto Show da Virada (25/11)

Rogério Flausino

 

Fonte: Caras

publicado por Ana às 23:24

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Transmissão do Show

Sexta-feira, dia 28/11, vai rolar uma transmissão simultânea ao show do Jota no Rio de Janeiro! Não deixem de conferir pílulas de vídeos postadas no Ustream e fotos no nosso Flickr!

 

Fonte: Site Oficial

publicado por Ana às 23:13

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Fotos Estação Globo (25/11)

 

Ivete Sangalo e Rogério Flausino

 

Ivete e Marco Túlio

 

 

 

 

Ivete Sangalo e Rogério Flausino - Foto: Carlos Zambrotti / AgNews - 1

 

Tony Andrade

 

Tony Andrade

 

Fonte: Babado     Estação Globo     Contigo     Caras     Terra     Divirta-se

publicado por Ana às 22:43

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Paralamas e Jota Quest se divertem com o playback no 'Show da virada'

Enquanto para Bi Ribeiro performance gravada é um 'micaço', para Rogério Flausino é necessária

 

Hebert Viana, Bi Ribeiro e João Barone se reuniram no camarim do Citibank Hall, Rio de Janeiro, na tarde dessa terça-feira, 25, para uma difícil missão: passar o som da banda para um show que, horas mais tarde, aconteceria em playback. A difícil – ou extremamente fácil - tarefa do show com o som pré-gravado não era privilégio dos Paralamas do Sucesso, mas de todas as bandas e artistas que se apresentam no “Show da virada”, especial de fim de ano da Globo.

“É terrível, desagradável. Faz muito tempo que a gente não faz mais playback na televisão”, reclamava – mas com muito bom humor – Bi Ribeiro, o baixista da banda de mais de 25 anos de estrada. “Mas para um show ao vivo acontecer, precisa de muita infra estrutura. Aqui são várias bandas e ainda existe o desafio de se fazer um som bom na televisão”, poderava o baterista, João Barone. 

Tocando guitarra, Hebert permaneceu quieto durante toda a entrevista – só se pronunciando quando foi questionado sobre as músicas da noite, que seriam apresentadas ao lado dos Titãs: Sonífera Ilha e Ska, Polícia e Selvagem e Meu erro e Homem Primata. O baixista não parava de fazer piada com a situação. “Micaço né? E a gente ainda veio passar som – com a música gravada ao vivo!”, emendou.
 

 

Philippe Lima /Ag. News

Rogério Flausino faz brincadeira na hora de tirar foto para o EGO


Rogério Flausino, vocalista do Jota Quest, tinha uma postura mais tranqüila quanto à condição para a gravação do “Show da virada”. “É playback, sim. Mas o pior é que a gente erra. No começo da carreira a gente ficava muito grilado. Mas eu estou nessa por causa do Chacrinha. Eu via os Paralamas, o Hebert, de bermuda e óculos. E era tudo playback!”, disse.

“É lógico que seria muito mais interessante fazer tudo ao vivo. Mas como reunir 48 artistas em um palco, trocando todos os instrumentos? O show levaria mais de oito horas! Não é possível, nem aqui, nem em nenhum lugar do planeta. Tenho certeza de que todos os artistas queriam fazer ao vivo, mas acho que o público entende. E o Legey, o diretor geral, é uma figuraça. Mesmo com o playback ele consegue perceber um monte de coisas que precisam ser acertadas no show”, relatou Flausino.

 

Fonte: Ego

publicado por Ana às 22:35

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Terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Veteranos no Estação Globo


Com todo seu carisma de mineiro, Rogério Flausino conversou com os repórteres que participam da coletiva de imprensa do Estação Globo. Ele contou que o Jota Quest, banda da qual é vocalista, participou de todas as edições do programa até hoje! "Somos veteranos, estivemos em todas as edições do Estação. Ano passado até valsa eu dancei com a Ivete! Ela é muito querida, cuidadosa, atenciosa...Por ela ser cantora, com certeza ficamos mais à vontade no palco", conta.

 

Fonte: Estação Globo

publicado por Ana às 18:47

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Jota Quest acertando os últimos detalhes


 

Os membros do Jota Quest já chegaram ao estúdio F do Projac, onde é gravado o Estação Globo. Os meninos de Minas Gerais estão passando o som e acertando os últimos detalhes para a apresentação que farão logo mais!

 

Fonte: Estação Globo

publicado por Ana às 18:44

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Scrap MTV (18/11)

Fonte: Videolog

publicado por Ana às 18:32

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Jota Quest faz um faixa a faixa de La Plata, novo disco do grupo

Em outubro, o Jota Quest lançou “La Plata”, oitavo disco do grupo mineiro. O álbum, produzido por Liminha (que já trabalhou com Gilberto Gil e O Rappa), tem canções de autoria da própria banda e com algumas parcerias, como a com o Nelson Motta, na faixa "Ladeira". Veja o faixa a faixa de La Plata:

 

 

Fonte: MTV

publicado por Ana às 18:22

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Gravação "Estação Globo"

Foto 

 

Confiram o que está rolando durante as gravações do programa "Estação Globo", com participação do Jota, clicando aqui!

 

Fonte: Site Oficial

publicado por Ana às 18:20

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Segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

JOTA de Justiça seja feita, os caras do J são muito bons

 

Não seria nenhuma maldade nossa ou mesmo percebermos mais um sintoma dos dias efêmeros de hoje, se pensássemos que uma banda que ganhou rios de dinheiro nesse último verão com seu “dês-créu-ssado” sucesso, tivesse um certeiro destino chamado anonimato no verão do ano que vem. Afinal a célebre frase dos Titãs que dissertou sobre a “melhor banda dos últimos tempos da última semana” só poderia ser cunhada por uma banda que sabe o que é permanecer anos após anos sem se desfazer ou mesmo despontar  do anonimato.

E também não será nenhuma novidade se nos pegássemos pensando, seja com uma pontinha de perversão ou com o interesse elevado de aprendermos a receita da longevidade, sobre o que faz uma banda sobreviver a tantas armadilhas do mercado fonográfico, dos humores do dia-a-dia e, sobretudo, à chamada maldição do sucesso.

Nas artes geralmente o que faz perdurar anos após anos uma obra ou uma carreira é a qualidade delas.
Já em se tratando do universo musical, onde os exemplos são raros, como também os grupos e muito mais ainda no segmento pop, só podemos entender que uma banda venha a sobreviver depois de uma geração (normalmente a medimos por uma década) acolhendo a tese da qualidade que se reforça.

Mas como medimos ou avaliamos esse conceito de qualidade?… Bons músicos, boas composições, estrutura de produção, comportamento de seus integrantes, enfim… Ainda continua o mistério. O mais próximo que conseguimos chegar é que esses caras que sobrevivem há mais de uma década são, no mínimo, muito inteligentes, intuitivos e, claro, gostam muito do que fazem e parece que gostam de fazer juntos.
Conviver é muito complicado até para artista em carreira solo, imagine cinco caras juntos nesses anos todos. Egos em conflito, dinheiro, manias, logística, neuroses e todos os impasses afetivos, até mesmo as mulheres ajudam muito a transbordar os cálices desse banquete de vaidades. Aí é que entra a inteligência, nem que seja na abstração ao trabalho, nem que seja na busca seletiva para eleger o melhor de todos, num objetivo comum que é continuar na estrada, fazendo discos e ajudando a cantar os melhores e talvez menos melhores momentos das vidas das pessoas.

Assim é essa banda Jota Quest. Meninos que não entraram nas estatísticas do IBGE como oriundos das classes menos favorecidas, mas também estão longe de serem “mauricinhos”. Nem precisaram abraçar causas rebeldes, nem se alinhar à estética da pobreza, nem mudar de estilo, nem “melar a cueca” tanto, nem provocar escândalos. Apenas trabalharam e continuam trabalhando muito para tirar a moçada do chão e fazer background de vários romances.

A banda mineira talvez tenha escolhido a receita certa para ter essa trajetória de sucesso há tanto tempo. Certamente escolheram ser verdadeiros com seu público, profissionais no trato do seu ofício como músicos, souberam escolher as pessoas certas para trabalharem ao longo do caminho, o lugar certo na hora certa e, claro, os sons, palavras e atitudes certas para ouvidos, mentes e corações certos.

Mas também escolheram ser nacionais, com referências internacionais, mas sem perder seu vínculo regional. Não estou me referindo a parceria do Flausino com Paulinho Pedra Azul e nem também pela sua musicalidade quando falo do regional. Afinal, Minas não tem nenhuma tradição no black-music-pop-rock-disco-funk que os camaradas fazem tão bem. Mas Minas é sem dúvida a pátria pop-rock nacional e os “Jotaquests” não só resolveram morar, compor, gravar e continuar respirando os ares mineiros por serem simplesmente os caras com as “caras” dessa pátria. Talvez só aqui eles poderiam ser o que são. Só Minas conseguiu dar o signo cosmopolita aos seus movimentos mais relevantes, sejam os Inconfidentes, seja Guimarães Rosa, os caras do Clube da Esquina, Zuzu Angel, Drummond…enfim.  Nossa marca regional é por natureza vocacionada ao destino externo, de uma necessidade de sair do refúgio das montanhas e das imensidões dos vales. Afinal o sertão é (ou não é) o mundo…

E falando em sertão, Curvelo – Portal do Sertão, terra central do estado mais central e brasileiro desta nação, é terra do baixista da banda, o Sr. Paulo Jr. E que saibam os desavisados que esse rapaz, por mais famigerado que seja como homem de “poucas palavras”, não tem nada de menos no conjunto da obra dos “J”. Seus “Grooves” falam demais e ele compõe barbaramente. PJ é sem dúvida um dos maiores baixistas da música brasileira e é considerado pelos críticos um dos três melhores do pop-rock nacional. Basta prestar atenção no seu desempenho, que mesmo o leigo percebe seu diferencial.

No mais, o J. volta depois de anos a Curvelo onde fez seus primeiros shows antes da conquista do planeta (além dos macacos) chamado Brasil. E certamente Marco (Guitarra), Márcio (Teclado), Paulinho (Bateria), PJ (Baixo) e Rogério (Vocal) voltaram a fita de seu documentário para o momento inicial de suas carreiras e encontraram nessa terra algo de significativo. Nem que seja uma experiência particular para o PJ de retornar à terra natal. Sei lá…acho que estou ficando bairrista no final dessas palavras, mas é também outro fenômeno da mineiridade, o chamado: “sentido da espera de reciprocidade”. Como ele, vivo fora de minha terra natal há anos e ora sinto o mesmo e sinto que sentem o mesmo de mim. “Vivemos esperando… dias melhores… dias de paz…”.

 

Fonte: Pequi Magazine

publicado por Ana às 18:35

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PJ do Jota Quest

Entrevista com PJ da banda mineira Jota Quest

 

 

 

 

 

1 – Paulo, conte pra quem ainda não sabe, a sua relação com Curvelo, suas lembranças, suas raízes e agora seu retorno à cidade depois do seu consagrado sucesso como artista.

PJ: Nasci em Curvelo e minha família é de lá como muitos sabem. Fui para Brasília aos 05 anos, mas sempre passei férias em Curvelo. Essa cidade tem um significado muito grande para mim, pois me considero 100% “Curvelano”. Hoje vou menos à cidade devido a minha vida profissional. Não existe nenhuma fase de minha vida em que Curvelo não esteja presente. Afinal foram tantos carnavais, passagens de ano e férias, que é impossível não ter Curvelo na mente!

 

2 - Qual foi o primeiro som (música) que você lembra ter escutado na sua infância que serviu como determinante para sua carreira de músico. E por acaso foi em Curvelo essa experiência?
PJ:
Olha, meu pai, o saudoso “Paulo Botão”, era uma pessoa que ouvia muita música. Através dele conheci de Elvis a Martinho da Vila, mas o primeiro som que me chamou atenção foi a banda Queen. Eu tinha 11 anos quando comprei meu primeiro disco (LP) e foi o “Greates Hits” do Queen.

 

3 - Como descobriu seus dons musicais e por que escolheu o baixo?
PJ:
Minha mãe me matriculou na Escola de Música de Brasília quando eu tinha oito anos. Lógico que não deu certo, pois não dei continuidade. Aos meus 15 anos, devido ao sucesso das bandas de Brasília como Legião, Capital, entre outras, eu me interessei outra vez por tocar algum instrumento. Daí eu pedi um baixo de Natal para meu pai e ele, como sempre, me apoiou em tudo, me deu um daqueles bem baratinhos. Assim foi o “start”!

 

4 - Quais são suas referências musicais, suas influências?
PJ:
Influências musicais digo eu que cada hora mudam, pode parecer estranho, mas me influencio mais por um tipo de som do que por baixistas hoje em dia. Gosto muito de Rock n’ Roll, Disco Music e Funk. Talvez hoje me influencio por estilos musicais e bandas  como ‘Chic”, Red Hot Chili Peppers, Samba de raiz, Bossa Nova, e por aí vai…

 

5 - Você compõe temas instrumentais. Pensa em realizar um trabalho paralelo à sua carreira da banda como gravar um CD?
PJ:
Todos nós no “Jota Quest” compomos. Como sou baixista, todos devem achar que é mais difícil para eu compor… Mas não… Não tenho nenhuma dificuldade em criar. Quanto a um trabalho paralelo, ainda não penso nisso, pois minha vida é 100% JQ.


6 - Conte para os curiosos a verdadeira história dos primeiros shows do “J”, dentre eles, os que fizeram em Curvelo, ou isso é uma lenda? Teve nesses shows alguma curiosidade que você lembra?
PJ:
Nossa! Tocamos uma ou duas vezes em Curvelo, no Curvelo Clube, acho que em 94 ou 95. Meu irmão Mário, junto com patrocinadores locais nos trouxeram. No Curvelo Clube nem chegamos a tocar no palco, tocamos naquele espaço ao lado e juntamos mesas para servir de palco!  Além disso, meu pai, com pena de quem não podia pagar, colocou muita gente para dentro… He He! Quando me lembro disto, vejo como é bom termos um sonho na vida e lutarmos por ele. Graças a meu pai, que sempre me deu apoio, cheguei aonde cheguei. Ele sempre dizia: “Não me importa o que você vai ser, lixeiro ou doutor, mas seja o melhor que você puder”! Já dizia Paulo Botão!

 

8 - Sucesso consolidado há mais de uma década, reconhecimento de público e crítica. Aonde a banda pensa chegar? Ainda mais longe? Literalmente fazer sucesso no exterior?
PJ:
Tocamos várias vezes fora do Brasil, mas a Língua Portuguesa limita muito o poder de fogo dos artistas nacionais. Concordo que isto não seja um problema, mas carreira Internacional ainda é um sonho e vamos chegar lá sim, pode escrever isto aí…! Já tocamos em NY, Boston, Miami, Newark, Londres, Lisboa, etc. Quem sabe num futuro próximo seremos World  Wide Stars?

 

9 - Guimarães Rosa é talvez o maior nome da literatura brasileira com tanta proximidade com nossa realidade regional. Nesse ano de seu centenário de nascimento, você como o sertanejo (nascido no sertão das Gerais) e componente de uma das mais importantes bandas da história do pop-rock do Brasil, vê a possibilidade de ter no repertório futuro do Jota Quest alguma referência do Guimarães ou de sua obra?
PJ:
Nossa, sou muito fã dele. Nossa família tinha um sitio na estrada de Cordisburgo e várias pessoas mais velhas sempre contavam casos do Guimarães Rosa. Nunca pensei nisto, mas sabe que é uma boa idéia…!?

 

10 - Para encerrar, Paulo, Curvelo, terra de Alceu Penna, Zuzu Angel, Lúcio Cardoso, Ângelo Antônio, Paulo Jr, dentre outros talentos criados aqui, o  que você acha que a cidade, as instituições e, sobretudo, a população, devem fazer para cuidar mais de seus valores artísticos e culturais, para que amanhã possamos ver mais nomes expressivos como esses que citamos em destaque na cultura nacional?
PJ:
Olha, sempre cito estes nomes, pois acho a cultura de Curvelo muito forte e abrangente. Apesar de achar que o sucesso não depende de onde você veio, mas sim de para onde você quer ir. Acho que o valor de Curvelo para Minas e para o Brasil é  muito grande. Nunca conversei com o Ângelo Antônio, mas o admiro muito. Eu o considero um dos atores brasileiros de maior carga dramática que já vi. Ele realmente é um talento à parte. Zuzu nem se fala, né !? Meus amigos, Curvelo realmente é um lugar muito especial onde talento e Sol batem muito forte! Para onde tenha Sol… é para lá que eu vou (e volto)!

 

Fonte: Pequi Magazine

publicado por Ana às 18:26

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Ingressos do Joinville Mundo Pop

O valor dos ingressos para o evento Joinville Mundo Pop que acontecerá nos dias 5 e 6 dezembro no Complexo Megacentro Expoville não está agradando muita gente.  E você. Acha o valor exagerado, normal, barato? Dê sua opinião nos comentáros do nosso Blog.

 

Confira a programação:

 

No primeiro dia do evento os shows nacionais são com:

- César Menotti & Fabiano
- Jeito Moleque
- Santo Graau
- Papas da Lingua

 

Já no segundo dia, as atrações nacionais são:

- Pitty
- Strike
- Jota Quest
- El Ninõ

 

Valores dos ingressos:

 - 1 dia - R$ 60,00 inteira / R$ 30,00 meia (estudante ou 1 Kg de alimento)
 - 2 dias (Passaporte) - R$ 100,00 inteira / R$ 50,00 meia (estudante ou 1 Kg de alimento)

 

Locais de venda:

JOINVILLE:
Brasil Telecom - Shop. Mueller *
Biergarten Chopperia
Rua Princesa Izabel, 141 sl 04 - Centro
Rua Nove de Março, 774 - Centro
Rua XV de Novembro, 490 - Centro

 

Fonte: Chora Cavaco

publicado por Ana às 18:07

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Jota Quest é atração do 'Encontros O Globo' na próxima quarta-feira ...

Jota Quest é atração do 'Encontros O Globo' na próxima quarta-feira e você pode enviar sua pergunta

 

 

Na próxima quarta-feira, dia 26, acontece mais uma edição do projeto "Encontros O Globo - Especial Música". A atração no auditório do jornal será o grupo Jota Quest, que acaba de lançar seu sexto CD de inéditas, "La plata". Fãs poderão participar do debate prestigiando o encontro. A banda também vai responder a perguntas enviadas por leitores pelo site.


Envie aqui sua pergunta para o grupo Jota Quest


O Jota Quest será sabatinado pelos jornalistas Antônio Carlos Miguel e Bernardo Araujo (Segundo Caderno), e pelo produtor musical Liminha, que produziu o novo álbum. Além de enviar perguntas, os leitores poderão participar ao vivo do encontro, marcado para as 19h. Haverá distribuição de senhas a partir das 18h na portaria do jornal, que fica na Rua Irineu Marinho 35, Centro.

 

Fonte: O Globo

publicado por Ana às 17:41

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Domingo, 23 de Novembro de 2008

Entrevista Vagalume

 

Uma das bandas mais populares do Brasil, mesmo nesses tempos de downloads e pirataria, o Jota Quest está lançando "La Plata", seu sexto disco de estúdio.

 
Jota Quest letras
O vocalista Rogério Flausino


Apesar de trazer o tradicional misto de pop, funk e baladas que os consagrou, quem ouve o disco sente que a banda está mais solta e ousada. Ou seja, mesmo após anos de sucesso e estabilidade comercial, os mineiros optaram por não ligar simplesmente o piloto automático.

O Vaga-lume foi falar com Rogério Flausino que falou sobre o novo disco, a participação da banda no programa do Roberto Carlos e de seu laptop que foi roubado em uma viagem em São Francisco.
 

Vocês nunca levaram tanto pra lançar um disco novo como dessa vez. O que levou a essa demora?

 

Foi uma somatória de coisas. A gente quis fazer o disco com mais cuidado, mas principalmente teve o lance de termos começado a construir o nosso estúdio e levou um tempo até ele ficar pronto. Por isso essa demora.

 

Hoje em dia com tanto artista sumindo e aparecendo via net não é meio arriscado ficar tanto tempo sem material novo?

 

 
Jota Quest letras
Marco Túlio Lara, o guitarrista

Sim, mas por outro lado você também cria uma expectativa no público e dessa vez a gente queria chegar com um disco que mostrasse que a banda estava diferente.
 

 

Esse disco foi gravado no estúdio de vocês. Como isso se refletiu no resultado final?

 

Nós pudemos fazer tudo com mais calma e ficar lá o tempo todo do processo, sem precisar sair pra mixar e isso com certeza deu uma mexida na sonoridade exatamente por causa desse clima mais tranqüilo. O relacionamento entre nós também melhorou bastante.

 

Vocês tinham pensado no Kassin (do projeto 2 e produtor de entre outros, Vanessa da Mata, Caetano Veloso e Los Hermanos e no Mário Caldato (que trabalhou com os Beastie Boys, Marcelo D2 e mais recentemente com Mallu Magalhães para produzir o disco. Dois nomes que á princípio soam estranhos no universo de vocês. Por que pensaram neles? E por que a parceria não rolou

 

Nós falamos com os dois e eles foram super legais, inclusive andam falando que rolou uma rusga do lado deles com o nosso o que é uma grande mentira. A gente falou com os dois, mostramos as demos e eles gostaram. Mas queríamos um produtor que ficasse desde a fase embrionária do projeto ao nosso lado e eles estavam com a agenda lotada e sem tempo. Acabou que por causa dessa incompatibilidade acabamos fazendo a primeira parte da produção sozinhos e depois chamamos o Liminha para nos ajudar a finalizar o trabalho.


No futuro será que veremos essas parcerias concretizadas?

 

 
Jota Quest letras
Márcio Buzelin, teclados

Com certeza, eu encontrei o Caldato no VMB e falei que da próxima vez ele não ia nos escapar (risos).


Dessa vez as músicas todas são creditadas ao grupo todo. O processo de composição mudou?


Sim, aliás eu fiquei puto que no encarte do disco eles colocaram nos créditos os nomes de todos nós ao invés de botar simplesmente Jota Quest. Na banda existem diversas dinâmicas nessa coisa de composição, com músicas sendo feitas, por duplas, trios ou por um só membro.
 

Meio que nem os Titãs?

 

Exatamente. Então dessa vez achamos legal colocar o nome de todos como autores das faixas. Uma coisa de “faz tanto tempo a gente namora, por que então não se casar?”.

 

Como o Ashley Slater (trombonista canadense que foi parceiro de Fatboy Slim no Freak Power) acabou no disco? Vocês já conheciam ele?

 

 
Jota Quest letras
Paulinho Fonseca, bateria

Foi bem coisa de fã. A gente descobriu o e-mail dele, entramos em contato falando que éramos uma banda brasileira e que o admirávamos. Ele ouviu as demos, curtiu e acabou passando uma semana aqui em Belo Horizonte. Agora ele volta pra participar dos shows.
 

 

As resenhas desse disco geralmente falam as palavras tranqüilo e relaxado. Curiosamente a mesma palavra foi muito usada nas resenhas do novo álbum do Skank. Tem a ver com o fato de que agora as bandas grandes estarem menos preocupadas com o lado business da coisa e resolvendo simplesmente curtir o prazer de compor e gravar?


Pode ser, mas eu não vou falar que não ligo para esse lado, afinal essa é a minha vida, mais que o meu trabalho. A gente sonhava muito com isso, mesmo quando não tinha porra nenhuma, ficávamos viajando em como ia ser fazer sucesso, e ser conhecido. Então é claro que eu me preocupo com isso. Eu quero saber se o fã vai gostar do disco, se o cara da rádio ou o jornalista vai curtir. Porque se você faz um trabalho quer que ele seja ouvido e que as pessoas gostem.

 

E Myspace e Orkut? Vocês costumam falar com os fãs ou ver a repercussão dos shows e discos?

 

Direto. Eu gosto de ver as discussões e acompanhar o que estão falando sobre a banda. E também sou fã né? Então vejo as páginas e o que falam sobre quem eu admiro.

 

O que você anda ouvindo?
 

 

 
Jota Quest letras
O baixista PJ

Eu passei uma semana em São Francisco e peguei o festival Treasure Island . Vi muita coisa legal: Goldfrapp, TV on the Radio, Cansei de Ser Sexy e muitos outros. O que não foi legal foi ser assaltado lá (risos). Pô roubaram o meu laptop com todas as minhas coisas, eu tô numa paranóia brava com isso. Só não estou mais porque foi lá nos Estados Unidos então o ladrão nem vai saber quem é Rogério Flausino (risos).
Eu também passei a pesquisar mais a poética das músicas. Fiquei muito no Vaga-lume vendo as letras dos sambas. Ando vidrado nesse universo, na dialética do samba. Isso além das bandas de rock brasileiro dos anos 80: Titãs, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Cazuza e outros. Foram essas bandas que me influenciaram a fazer o que eu faço hoje. Também andei lendo os poetas concretos, o Leminski...
 

 

Como foi participar do programa do Roberto Carlos de 2005?

 

Pô ele é o Rei né (risos). Cara vou te falar que ali eu senti que estava chegando a um novo patamar na minha vida. Há 30 anos eu via todo ano ele na televisão com meus pais e todo ano a gente se emocionava junto. E quando eu me vi ali do lado dele foi realmente especial. Meu pai ficou super orgulhoso também (risos).

 

Para terminar Rogério Flausino a nosso pedido comentou algumas faixas de La Plata

 

La Plata - É a faixa de trabalho e que dá nome ao álbum. Faz uma crítica social, ao consumo e ao valor das coisas.

Ladeira – é nossa primeira parceria com o Nelson Motta. Ele veio pra Belo Horizonte ficou com a gente e aí saiu essa música super brazuca.

Tudo Me Faz Lembrar Você – Essa é uma das que mais gosto do disco. Ela tem um sampler do (cantor e compositor francês) Serge Gainsbourg, ela tem umas batidas mais modernas e acho que ela é uma forte candidata a tocar no rádio.

Único Olhar – É uma balada muito bonita. É uma parceria minha com Giovane Mesquita (e não Giovana como está no encarte do CD). Um artista novo que tá chegando aí, mineiro também e cheio de história boa pra contar (risos). Ele tem uma banda chamada Fly, que lançou um álbum já. Agora ele está em São Paulo e está bem enturmado com a galera.


Fonte: Vagalume

publicado por Ana às 21:39

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Prejuízo x lucro

A organização da Expovel fecha os números da 29ª edição e tomou um susto já de cara. Os shows do Jota Quest e da Daniela Mercury devem deixar um prejuízo entre R$ 220 mil e R$ 250 mil. No entanto, o presidente da Sociedade Rural do Oeste, Alessandro Meneghel, diz que, com a receita do restante da feira, no geral, o balanço fechará equilibrado e ainda “vai sobrar um pouco”.

 

Fonte: Jornal Hoje

publicado por Ana às 21:32

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Sábado, 22 de Novembro de 2008

Bate-papo UOL com Jota Quest

 

Íntegra do Bate-papo UOL com Rogério Flausino e Paulinho Fonseca, do Jota Quest. Os músicos conversam sobre o lançamento do CD "La Plata" e sobre a relação do grupo mineiro com os fãs através da Internet. Leia a íntegra aqui: http://tc.batepapo.uol.com.br/convidados/arquivo/musica/ult1753u1654.jhtm

 

Fonte: TV UOL

publicado por Ana às 23:00

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entra em contato ai, tem uma letra boa aki para vc...
fala ai marcio tulio..lembra de mim lá da target a...
Que homem é esse...???/Esse Guitarrista é perfeita...
Olá, .. voces são d+, não é a toa que é a minha ba...

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